Fonte: www.itaucultural.org.br

Claudio José Tozzi (São Paulo SP 1944) é mestre em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Inicia-se artisticamente influenciado pela pop art americana, com influência de Roy Litchtenstein. Em 1967, seu painel Guevara Vivo ou Morto, exposto no Salão Nacional de Arte Contemporânea, é destruído a machadadas, posteriormente restaurado pelo artista. Em 1969, viaja a estudos para a Europa. A primeira individual ocorre em 1971, na Galeria Ars Mobile, em São Paulo. Em 1975, recebe o Prêmio Guarantã de Viagem ao Exterior, da Associação Brasileira dos Críticos de Arte. Autor de vários painéis em espaços públicos em São Paulo, como Zebra, na lateral de um prédio da Praça da República, 1972, o da Estação Sé do Metrô, em 1979, o da Estação Barra Funda do Metrô, em 1989, e para o edifício da Cultura Inglesa, em 1995; e, no Rio de Janeiro, o painel na Estação Maracanã do Metrô Rio, em 1998. Participa da Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP, São Paulo, 1967, 1968 e 1970; Bienal Internacional de São Paulo, 1967, 1968, 1977 e 1991; Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP, São Paulo, 1971 e 1983; Expo-Projeção 73, no Espaço Grife, São Paulo, 1973; Bienal de Veneza, com sala especial no Pavilhão Brasileiro, Veneza, Itália, 1976; Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro, 1979, prêmio viagem ao exterior; Tradição e Ruptura: síntese da arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal, São Paulo, 1984; Século 20: arte do Brasil, na Fundação Calouste Gulbenkian - Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão, Lisboa, Portugal, 2000; Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal, São Paulo, 2000; Arte Hoje, na Arvani Arte, São Paulo, 2001.


NASCIMENTO
1944 - São Paulo SP - 7 de outubro

LOCAIS DE VIDA
São Paulo SP

FORMAÇÃO
1963 - São Paulo SP - Matricula-se na FAU/USP, onde conclui o mestrado

VIAGENS
1969/1970 - Europa - Viaja a estudos

ATIVIDADES EM ARTES VISUAIS
Pintor, gravador, artista gráfico
1972 - São Paulo SP - Realiza o painel Zebra, na lateral de um prédio da Praça da República
1979 - São Paulo SP - Executa painel na Estação Sé do Metrô
1989 - São Paulo SP - Executa painel na Estação Barra Funda do Metrô
1993 - São Paulo SP - Realiza o painel para o programa Metropólis da TV Cultura
1995 - São Paulo SP - Executa painel para o edifício da Cultura Inglesa
1998 - Rio de Janeiro RJ - Realiza painel na Estação Maracanã do Metrô Rio

ATIVIDADES OUTRAS
Arquiteto, professor


HOMENAGENS/TÍTULOS/PRÊMIOS
1975 - Brasil - Recebe o Prêmio Guarantã de viagem ao exterior da APCA
1981 - Brasil - Filme Claudio Tozzi, de Fernando Campos
1984 - Brasil - Documentário Claudio Tozzi, de Olívio Tavares de Araújo


ESCOLAS/MOVIMENTOS
Figurativo: Pop Art, Pattern, Figuração Construtiva
Construtivo: Nova Geometria
Conceitual: Arte Conceitual

GÊNEROS/TENDÊNCIAS
Paisagem, Composição Figurativa, Composição Abstrata Geométrica, Pintura Conceitual

MARCOS
1967 - Jovem Arte Contemporânea - JAC
1973 - Expo-Projeção 73
1983 - Arte na Rua



TEXTOS CRÍTICOS

"Nosso tempo - já se disse - é aquele do qual os deuses já partiram ou ao qual ainda não chegaram. Experiência de abandono e desamparo, a Modernidade se inicia com o advento do Sujeito racional soberano que conhece a natureza e suas leis, buscando por si e para si os princípios de suas certezas no mundo. Conhecer significou, a partir do século XVII, dominar tudo o que escapa às mãos do homem - a contingência na natureza, o acaso na história, a fortuna - temporalidade instável e adversa, no plano da ética e da política - atribuindo-lhes constância, regularidade e ordem pela geometrização do espaço. Emblema fundador desse universo são a esfera, a régua e o compasso. A ciência ‘contemplativa’ seguiu-se a ‘vita activa’, metaforizada pelos artefatos que sustentam a construção de um mundo certo em meios a temporalidade incerta. O homem fez-se seu engenheiro, senhor da Natureza e sua própria natureza, ele mesmo ‘um império dentro de um império’. Na antítese de um universo auto-confiante e regido pelo princípio da razão suficiente, encontra-se a geometria - personagem central das telas de Claudio Tozzi. Linhas ortogonais, degraus e escadas, torres e faróis estão, não obstante, desvestidos da função de orientar o homem, não lhe indicam a boa direção. Geometria, aqui, não é a do espaço e tempo, Céu e Terra, tudo vacila num limiar. Instante de hesitação, os quadros não nos sugerem habitá-los, um passo permanece em suspenso, indeciso quanto a seus resultados. Claudio reflete sobre o tempo, partindo das cidades. Se Alphaville de Godard, Blade Runner de Ridley Scoth, O Mundo desde o Fim de Paul Auster apresentam-nas tão pouco confortáveis é por não serem tocadas por qualquer passado. Claudio Tozzi, ao contrário, faz pensar no espaço aporético de Zenão de Eléia: Aquiles, a passos largos não ultrapassa a tartaruga, permanecendo imóvel: a flecha veloz, paralisada em cada instante de sua trajetória - é flecha que não voa. Espaço e tempo, no enigma da divisão do infinito, fixam o mundo no primeiro dia da criação. Os trabalhos de Claudio nos convidam a interrogar a condição do homem moderno, indicando sua migração metafísica, por degraus não-cartesianos. Obra inaugural da modernidade, o Discurso do Método. Com a metáfora da escada, Descartes constrói as primeiras regras para desenvolver o conhecimento: ‘começar sempre pelas coisas mais simples e fáceis de conhecer para, aos poucos, elevar-se, como que por degraus, ao conhecimento das mais complexas’. Sem recurso a regras tranquilizadoras, o universo criado por Claudio é mais um decurso que um curso; é um anti-método uma vez que, diversamente da linha reta da geometria cartesiana, os quadros não apontam um caminho mas antes deriva e desvios. Por isto, em certas telas, vemos as voltas de parafusos metamorfoseando-se em degraus, degraus em torres ou faróis, em total desequilíbrio. Anti-método transita para anti-heróis. Nos quadros, a multidão é tão homogênea quanto cinzenta, com rostos e vidas ‘insignificantes’. Existências anônimas, nos diz Foucault, elas ‘só se manifestam tropeçando com o poder, debatendo-se com ele, trocando palavras breves e estridentes’, antes de regressarem à noite (...). Infâmia de homens simples e obscuros que devem apenas a queixas, a relatórios policiais serem trazidos à luz por um instante’. (...)"

Olgária Matos

TOZZI, Claudio. Geometrias do tempo. Apresentação Olgária Matos. São Paulo: Galeria de Arte São Paulo, 1998. s. p.



"Escolhido o ícone, ou melhor, reduzido este a clichê (antes o Che, depois o parafuso, a zebra, o papagaio, o trópico, o arranha-céu, agora a escada), ele o agiganta e, em seguida, o congela. Estanca o movimento, destrói a narrativa, isola, junta, repete, torce, fragmenta, divide, soma, multiplica os ângulos, traz o primeiro plano, enfim, trata a imagem com a frieza de um industrial, de um designer, persegue uma espécie de arquitetura da imagem. Seu processo de criação é metódico e sistemático: primeiro o desenho no papel vegetal, partindo quase sempre de uma fotografia, depois um projeto, finalmente o quadro. (...) A esta materialidade da cor, a esta imagem congelada, corresponde, também, em Tozzi, os recortes que ele vem introduzindo no próprio suporte. (...) Privilegiando a imagem (sua opacidade) contra o imaginário (a transparência), Tozzi se mostra um rigoroso formalista, distanciando-se da pop (com seu relais sociológico), transitando pelo conceitual até alcançar as tendências construtivas (minimal, suporte-surface). (...)"

Frederico Morais

CLAUDIO Tozzi. Texto de Frederico Morais. Rio de Janeiro: Galeria GB, 1985.



"Como a maioria dos artistas dos anos 60, as criações iniciais de Claudio Tozzi refletem aspectos político-sociais da época. Arte de combate e reflexão, arrancada aos cabeçalhos dos jornais e que se exprimia por histórias em quadrinhos e outros recursos da pop art. Num segundo momento, o contato com o real torna-se mais crítico, menos imediato. Surgem então pesquisas ópticas e séries como a dos parafusos, gravuras e móbiles onde Tozzi alia desenho e pintura aos objetos da era tecnológica. "

Pedro Manuel

ARTE no Brasil. Apresentação de Pietro Maria Bardi e Pedro Manuel. São Paulo: Abril Cultural, 1979.
Exposições realizadas
  • EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

  • 1971 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Ars Mobile

  • 1975 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Alberto Bonfiglioli

  • 1977 - Recife PE - Individual, na Gatsby Arte

  • 1977 - São Paulo SP - Individual, na Renato Magalhães Gouvêa - Escritório de Arte

  • 1978 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na EAV/Parque Lage

  • 1979 - São Paulo SP - Individual, na Renato Magalhães Gouvêa - Escritório de Arte

  • 1980 - Brasília DF - Individual, na Galeria Oscar Seraphico

  • 1980 - Recife PE - Individual, na Galeria Artespaço

  • 1980 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Saramenha

  • 1980 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Alberto Bonfiglioli

  • 1981 - Curitiba PR - Individual, na Momento Galeria Arte

  • 1981 - Goiás GO - Individual, na Galeria Casa Grande

  • 1981 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Salamandra

  • 1981 - Ribeirão Preto SP - Individual, na Galeria Jardim Contemporâneo

  • 1981 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino

  • 1981 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Gravura Brasileira Galeria de Arte

  • 1982 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Mandala

  • 1982 - Brasília DF - Individual, na Galeria Oscar Seraphico

  • 1982 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Paulo Figueiredo

  • 1982 - São Paulo SP - Individual, no Auditório Campos do Jordão

  • 1983 - Recife PE - Individual, na Galeria Artespaço

  • 1983 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Saramenha

  • 1983 - São Paulo SP - Individual, na Galeria São Paulo

  • 1984 - Salvador BA - Individual, na Galeria de Arte Cavalete

  • 1984 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte São Paulo

  • 1985 - Recife PE - Individual, na Galeria Artespaço

  • 1985 - São Bernardo do Campo SP - Individual, no Centro Cultural

  • 1985 - São Paulo SP - Individual, na Mônica Filgueiras Galeria de Arte

  • 1986 - Belém PA - Individual, na Galeria Elf

  • 1986 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria e Escola de Arte Gesto Gráfico

  • 1986 - Cuiabá MT - Individual, na Galeria Artcom

  • 1986 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, no Art Studio

  • 1986 - São Paulo SP e Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Montesanti Roesler

  • 1987 - Campinas SP - Individual, na Galeria Croqui

  • 1987 - Jundiaí SP - Individual, no Museu Histórico de Jundiaí

  • 1987 - Recife PE - Individual, na Galeria Artespaço

  • 1987 - Ribeirão Preto SP - Individual, no Jardim Contemporâneo

  • 1988 - Brasília DF - Individual, na La Galleria

  • 1988 - Salvador BA - Individual, na Prova do Artista Galeria de Arte

  • 1988 - São Paulo SP e Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Montesanti Roesler

  • 1991 - Campinas SP - Individual, na Galeria Croqui

  • 1993 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no MAM/RJ

  • 1993 - São Paulo SP - Individual, no Museu da Casa Brasileira

  • 1995 - Campinas SP - Individual, na Galeria D do Centro Cultural de Campinas

  • 1995 - Cuiabá MT - Individual, na Só Vi Arte Galeria

  • 1996 - São Paulo SP - Uma Linha Claudio Tozzi, no Espaço Cultural do Clube Monte Líbano

  • 1997 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Coletânea

  • 1997 - São Paulo SP - Individual, na Hot Hat Design Estúdio E27

  • 1997 - Uberlândia MG - Individual, na Galeria Nasser

  • 1998 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Ibeu

  • 1998 - São José dos Campos SP - Individual, no Centro Cultural de São José dos Campos

  • 1998 - São Paulo SP - Geometrias do Tempo, na Galeria de Arte São Paulo

  • EXPOSICÕES COLETIVAS

  • 1962 - São Paulo SP - 11º Salão Paulista de Arte Moderna - prêmio de cartaz

  • 1967 - Brasília DF - 4º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, no Teatro Nacional de Brasília

  • 1967 - Campinas SP - 3ª Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MAC/Campinas - medalha de ouro

  • 1967 - São Paulo SP - 16º Salão Paulista de Arte Moderna

  • 1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

  • 1967 - São Paulo SP - 1º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP

  • 1968 - Buenos Aires (Argentina) - Representa o Brasil no Prêmio Latino-Americano Codex

  • 1968 - Londres (Inglaterra) - Coletiva, na Lisson Gallery

  • 1968 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Salão Esso de Artistas Jovens , no MAM/RJ

  • 1968 - Rio de Janeiro RJ - Bandeiras na Praça

  • 1968 - Rio de Janeiro RJ - O Artista Brasileiro e a Iconografia de Massa, na Esdi

  • 1968 - São Paulo SP - 17º Salão Paulista de Arte Moderna - medalha de prata

  • 1968 - São Paulo SP - 2º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP

  • 1969 - Campinas SP - 5ª Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MAC/Campinas - prêmio aquisição

  • 1969 - São Paulo SP - 10ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

  • 1969 - São Paulo SP - 3º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP

  • 1969 - São Paulo SP - 1º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no Masp

  • 1970 - Campinas SP - 6º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MAC/Campinas

  • 1970 - São Paulo SP - 4º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP - prêmio aquisição

  • 1971 - Barcelona (Espanha) - Bienal Internacional del Deporte

  • 1971 - São Paulo SP - 5º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP

  • 1971 - São Paulo SP - 3º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

  • 1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio

  • 1972 - São Paulo SP - 2ª Exposição Internacional de Gravura, no MAM/SP

  • 1973 - São Paulo SP - Expo-Projeção 73, no Espaço Grife

  • 1973 - São Paulo SP - 5º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

  • 1974 - Buenos Aires (Argentina) - Vanguardia Brasileña, no Centro de Arte y Comunicacion, Cayc

  • 1974 - Londres (Inglaterra) - Arte de Sistemas na América Latina, no Institute of Contemporary Art

  • 1974 - São Paulo SP - Prospectiva 74, no MAC/USP

  • 1975 - Rio de Janeiro RJ - A Comunicação segundo os Artistas Plásticos

  • 1975 - Spoleto (Itália) - Festivale dei Due Mondi

  • 1975 - Toronto (Canadá) - 9º In Form All Art

  • 1976 - São Paulo SP - Arte Agora, no MAM/SP

  • 1976 - São Paulo SP - 8º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

  • 1976 - São Paulo SP - 7º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no Paço das Artes

  • 1976 - Veneza (Itália) - 38ª Bienal de Veneza - sala especial no Pavilhão Brasileiro

  • 1977 - Barcelona (Espanha) - América Latina 76, na Fundación Joan Miró

  • 1977 - São Paulo SP - 14ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

  • 1977 - São Paulo SP - 9º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

  • 1978 - Buenos Aires (Argentina) e São Paulo SP - 15 Artistas Jovens do Brasil, no Museo de Arte Moderno de Buenos Aires e no MAB/Faap

  • 1978 - São Paulo SP - A Arte e seus Processos: o papel como suporte, na Pesp

  • 1978 - São Paulo SP - 16ª Exposição de Pintura: Arte e Pensamento Ecológico, na Cetesb

  • 1978 - São Paulo SP - O Objeto na Arte: Brasil anos 60, no MAB/Faap

  • 1979 - Buenos Aires (Argentina) - Trienal Latino Americana del Grabado

  • 1979 - Curitiba PR - 2ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, no Centro de Criatividade de Curitiba

  • 1979 - Rio de Janeiro RJ - 2º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ - prêmio viagem ao exterior

  • 1979 - São Paulo SP - 11º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

  • 1979 - São Paulo SP - Volta à Figura: década de 60, no Museu Lasar Segall

  • 1980 - Paris (França) - 11ª Bienal de Paris

  • 1980 - São Paulo SP - Pintores Paisagistas, na Galeria de Arte André

  • 1980 - São Paulo SP - 12º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

  • 1980 - Rio de Janeiro RJ, Brasília DF, São Paulo SP, Belo Horizonte MG, Curitiba PR e Porto Alegre RS - Destaque Hilton de Pintura, no MAM/RJ, na Fundação Cultural do Distrito Federal, no MAM/SP, no Palácio das Artes, no Teatro Guaíra e no Margs

  • 1981 - Guarujá SP - 4 Pintores, no Hotel Jequitimar

  • 1981 - Medellín (Colômbia) - 4ª Bienal de Medellín, no Museo de Antioquia

  • 1982 - Nova York (Estados Unidos) - Mostra, na Kouros Gallery

  • 1982 - Rio de Janeiro RJ - Futebol: interpretações, na Galeria de Arte Banerj

  • 1982 - Rio de Janeiro RJ - Universo do Futebol, no MAM/RJ e na Acervo Galeria de Arte

  • 1982 - São Paulo SP - 80 Anos de Arte Brasileira, no MAB/Faap

  • 1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ

  • 1983 - São Paulo SP - Arte na Rua 1, com outdoor na Avenida Sumaré

  • 1983 - São Paulo SP - Avenida Paulista, na Galeria Sesc Paulista

  • 1983 - São Paulo SP - 14º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

  • 1983 - São Paulo SP - Projeto Releitura, na Pesp

  • 1984 - Gelsenkirchen (Alemanha) - Coletiva, no Museum Gelsenkirchen

  • 1984 - Rio de Janeiro RJ - Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobras

  • 1984 - Rio de Janeiro RJ - Viva a Pintura, na Petite Galerie

  • 1984 - São Paulo SP - Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP

  • 1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese da arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal

  • 1985 - Brasília DF - Brasilidade e Independência, no Teatro Nacional de Brasília - Fundação Cultural de Brasília

  • 1985 - Penápolis SP - 6º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação das Artes de Penápolis

  • 1985 - São Paulo SP - 7º Pintores da Arte Contemporânea Brasileira, na Galeria de Arte Portal

  • 1985 - São Paulo SP - Arte e Tecnologia, no MAC/USP

  • 1985 - São Paulo SP - Arte Novos Meios/Multimeios: Brasil 70/80, no MAB/ Faap

  • 1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

  • 1985 - São Paulo SP - Destaques da Arte Contemporânea Brasileira, no MAM/SP

  • 1985 - Rio de Janeiro RJ, São Paulo SP, Atami, Kyoto e Tóquio (Japão) - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Fundação Brasil-Japão de Artes Plásticas e no Museu Central de Tóquio

  • 1986 - Havana (Cuba) - 2ª Bienal de Havana

  • 1986 - Rio de Janeiro RJ - Sete Décadas da Presença Italiana na Arte Brasileira, no Paço Imperial

  • 1986 - São Paulo SP - A URBS na Visão de Oito Artistas, na Galeria Montesanti Roesler

  • 1986 - São Paulo SP - Volpi Permanência e Matriz: 7 artistas de São Paulo, na Galeria Montesanti Roesler

  • 1987 - Belo Horizonte MG - Ivald Granato, Rubens Gerchman, Claudio Tozzi, na Galeria e Escola de Arte Gesto Gráfico

  • 1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ

  • 1987 - Rio de Janeiro RJ - Rio de Janeiro, Fevereiro, Março: do modernismo à geração 80, na Galeria de Arte Banerj

  • 1987 - Rio de Janeiro RJ, São Paulo SP e Paris (França) - São Paulo - Rio - Paris, nas Galerias Montesanti Roesler e na Galerie 1900-2000

  • 1987 - São Paulo SP - O Ofício da Arte: pintura, no Sesc

  • 1987 - São Paulo SP - Trabalhando com o Suporte: pintura, recorte e objeto, na Documenta Galeria de Arte

  • 1988 - São Paulo SP - 63/66 Figura e Objeto, na Galeria Millan

  • 1988 - São Paulo SP - Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Sesc Pompéia

  • 1989 - Copenhague (Dinamarca) - Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Museu Charlottenborg

  • 1989 - Dinamarca - Modern Brasiliansk Billedkunst

  • 1989 - São Paulo SP - Acervo, na Galeria de Arte São Paulo

  • 1989 - São Paulo SP - 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

  • 1990 - Brasília DF - Pantanal: sete visões, na Visual Galeria de Arte

  • 1990 - Curitiba PR - 1º Bienal Brasileira de Design

  • 1990 - Curitiba PR - 9ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba. Processos Fotomecânicos na Gravura de Arte, no Museu da Gravura

  • 1991 - São Paulo SP - 21ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

  • 1991 - São Paulo SP - O Que Faz Você Agora Geração 60?: jovem arte contemporânea dos anos 60 revisitada, no MAC/USP

  • 1992 - Campinas SP - Premiados nos Salões de Arte Contemporânea de Campinas, no MAC/ Campinas

  • 1992 - Rio de Janeiro RJ - Eco Art, no MAM/RJ

  • 1992 - São Paulo SP - Anos 60/70: Coleção Gilberto Chateubriand - MAM/RJ, na Galeria de Arte do Sesi

  • 1992 - São Paulo SP - 43º Salão de Abril, na Casa das Rosas

  • 1994 - Poços de Caldas MG - Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos de Unibanco, na Casa da Cultura de Poços de Caldas

  • 1994 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Mostra de Artes Plásticas: espaço, no Centro Cultural dos Correios

  • 1994 - Rio de Janeiro RJ - Trincheiras: arte e política no Brasil, no MAM/RJ

  • 1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal

  • 1994 - São Paulo SP - Passaporte para o ano 2000, na Estação Júlio Prestes

  • 1995 - Rio de Janeiro RJ - Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos do Unibanco, no MAM/RJ

  • 1995 - São Paulo SP - O Desenho em São Paulo: 1956-1995, na Galeria Nara Roesler

  • 1995 - São Paulo SP - Projeto Contato, na Galeria Sesc Paulista

  • 1995 - São Paulo SP - 1º United Artists, na Casa das Rosas

  • 1995 - São Paulo SP - Visual Road, na Galeria Magalhães Gouvêa

  • 1996 - Palmas TO - Mostra de Inauguração, no Espaço Cultural de Palmas

  • 1996 - Porto Alegre RS - 1º Sesc Escultura: exposição internacional de esculturas ao ar livre, no Sesc Campestre

  • 1996 - Rio de Janeiro RJ - 1º Brahma Reciclarte, no Jardim Botânico

  • 1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP

  • 1996 - São Paulo SP - O Mundo de Mario Schenberg, na Casa das Rosas

  • 1996 - São Paulo SP - 1ª Off Bienal, no MuBE

  • 1997 - Brasília DF, Porto Alegre RS, São Paulo SP - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa - Galeria

  • 1997 - São Paulo SP - Visões do Múltiplo Contemporâneo, na Galeria Múltipla

  • 1998 - Curitiba PR e Rio de Janeiro RJ - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa

  • 1998 - Rio de Janeiro RJ - Trinta Anos de 68, no CCBB

  • 1998 - São Paulo SP - Década de Setenta, na Galeria São Paulo

  • 1998 - São Paulo SP - Figurações: 30 anos na arte brasileira, no MAC/USP

  • 1998 - São Paulo SP - Impressões: a arte da gravura brasileira, no Espaço Cultural Banespa-Paulista

  • 1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ, no Masp

  • 2000 - Lisboa (Portugal) - Século 20: arte do Brasil, na Fundação Calouste Gulbenkian - Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão

  • 2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal

  • 2000 - São Paulo SP - O Papel da Arte, na Galeria de Arte do Sesi

  • 2001 - São Paulo SP - Arte Hoje, na Arvani Arte

  • EVENTOS ITAÚ CULTURAL

  • 1993 - São Paulo SP - Realização do vídeo Claudio Tozzi - Encontro com o Artista, pelo Itaú Cultural

  • 1998 - São Paulo SP - Fronteiras, no Itaú Cultural

  • 1999 - São Paulo SP - Cotidiano/Arte. O Consumo, no Itaú Cultural

  • 2000 - Brasília DF e Belo Horizonte MG - Investigações. A Gravura Brasileira. São ou Não São Gravuras, no Itaú Cultural

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